9 de abril de 2015

Olá meninas !!!!!

Oi meninas que saudades depois de 1 ano longe de vocês estou aq
ui de volta com muitas novidades.
Bom meninas no minimo devo uma satisfação para vocês pelo meu sumiço, é o seguinte meninas como me mudei de endereço acabei ficando sem internet e eu estava usando só pelo meu célula.
Então meninas sejam bem vindas novamente, andei pensando, pensando o que traria para o meu
cantinho hoje.
Então pensei e lembrei de uma reportagem que vi na tv e achei muito interessante sobre Pais que adotam crianças especias, é muito lindo confiram.






Segundo o Cadastro Nacional de Adoção, criado pelo governo há 3 anos, aproximadamente 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos em todo o País. Cerca de 5 mil deles, apenas, estão aptos à adoção e aguardam seu destino, que é decidido pelas Varas da Infância, Juventude e do Idoso espalhadas pelos municípios. O quadro de quase 30 mil casais na fila de espera de adoção seria um grande alento, não fosse o perfil exigido pelas famílias para as crianças a serem adotadas.
Enquanto mais de 45% dos menores para adoção são pardos e quase 80% deles têm irmãos, em uma maioria de crianças em idade avançada e grande número de adolescentes e meninos, segundo dados do CNA divulgados em maio deste ano, os pretendentes a pais têm preferência por meninas brancas, com idade menor de 3 anos e adoções únicas (que não incluem os menores com irmãos) - a contra-mão de um final feliz. O que dizer, então, da rara opção dos proponentes por se tornarem pais de menores com deficiência?
Felizmente, há belas exceções. Histórias que poderiam se repetir com mais frequência, se não houvesse tanta desinformação acerca da rotina de pais de filhos com deficiência. O trabalho é praticamente igual ao da criação de um filho que não apresente tal questão, garantem os pais que passam pelo dia-dia de cuidados médicos e psicológicos de crianças e jovens que necessitam de atenção especializada. Um cotidiano superado pelo carinho e disposição em cuidar.A Ana Paula e o Ricardo estão juntos há mais de 15 anos. E, desde que se conheceram, tinham uma vontade em comum.
“Nunca pensamos em ter filhos biológicos, sempre já foi: vamos ter filhos, vamos adotar. Quando a ideia de adoção veio, já veio junto com crianças especiais. A gente via essa necessidade deles de receber carinho, de serem aceitos, de terem oportunidades”, conta a fisioterapeuta Ana Paula Amaral Gratão.
Primeiro veio o Sidney. Foi adotado com dois anos e meio. Ele tem síndrome de Down, é autista e perdeu parte da visão.
“Depois que a gente adotou o Sidney, a gente viu que não era importante ser down. A gente daria conta, mas quando ligaram falando da Clara é um sentimento tão forte que não dá para explicar. Você fala, ‘nossa, é minha, eu tenho que ir buscar essa criança’”, diz Ana Paula.
A Clarinha nasceu sem cérebro. Os médicos diziam que a bebezinha de 11 dias não passaria de um mês de vida.
“Ela viveu quase oito anos. É um caso raro na medicina. E foi muito importante na nossa vida. Ela nos ensinou muita coisa. Depois de muitos anos ela sorriu, aprendeu a sorrir. E era muito gostoso. Era muito gostoso chegar no quarto, falar e ela abrir aquele sorriso. Ninguém sabe nada. Ninguém sabe quanto tempo vai durar a vida. Se ela durar hoje, ela tem que ser uma vida boa hoje”, conta o escrevente Ricardo Augusto Vieira.
A vida da Clarinha foi cheia de alegrias e além do Sidney, ela ganhou mais três irmãos. O Henrique, que hoje tem 13 anos, a Tainara, de 15 e o Guilherme, de 8 anos.
“Nós adotamos todos em dois anos e meio”, diz Ricardo.
A dificuldade de cuidar de crianças de idades diferentes e todas com algum tipo de deficiência nunca foi motivo de desânimo para o casal.
Ana Paula: Quando a gente começou a adotar, a nossa vida financeira não era nada favorável pra você ter filhos. Quando a gente foi buscar o Sidney, a Clarinha, em Santa Catarina, a gente foi comcarros emprestados, com gasolina dada de outra pessoa.
Ricardo: Com vaquinha.
Ana Paula: A gente não tinha grana, não tinha dinheiro. Mas tinha muito amor.

É muito difícil encontrar uma família que aceite adotar uma criança com deficiência.
Ricardo: Toda família é especial. Todo filho é especial. Todo mundo tem uma coisa própria, um brilho próprio, um jeito próprio. Adotar uma criança assim é compartilhar isso. É um crescimento muito intenso.
Ana Paula: Dos dois lados.
Ricardo: Dos dois lados. Eu acho que as pessoas precisavam vencer essa barreira da deficiência. Os nossos filhos têm muitas dificuldades, mas eles estão sempre sorrindo. Eles estão sempre alegres, dispostos. Por que a gente seria diferente? Vamos ser diferente junto com eles, alegres também.
Espero que vocês gostem.......


4 comentários:

Priscila Casimiro

Olá.

Eu vi esta matéria na televisão e fiquei realmente emocionada com o amor deste casal pelos filhos, e ainda fazendo algo que é tão raro aqui no Brasil.
Estão de parabéns!

Bjs, Pri
Mãe Sem Frescura
www.maesemfrescura.net

Ludmyla Bento

Essa matéria está super emocionante!! Adorei!!

Já estou te seguindo!!

Beijinhos

Nanda Gonçalves

Bem vinda de volta
adoção é um ato de amor muito lindo
pena que tenha tanta burocracia
ótimos depoimentos

Linda Noite!!
beijokas da Nanda

Mamãe de Duas

Uma Boa Mãe

Oiii,
Adoei seu blog que bom que voltou,
Achei o post muito interessante, se eu tivesse condiçõe adotaria uma ciança..
Beijos

www.umaboamae.com.br

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